
Caciporé Torres recebeu o Prêmio de Viagem à Europa na 1ª Bienal Internacional de São Paulo em 1951 e participou de importantes eventos internacionais, como oito edições da Bienal de São Paulo, a XXVI Bienal de Veneza, a II Bienal de Jovens de Paris e a Quadrienal de Roma, além de exposições em diversos países, entre eles Suíça, Iraque, Venezuela, Chile, Paraguai, Austrália e Argentina. Realizou exposições individuais no MASP, MAM e MuBE, e foi eleito “Melhor Escultor” pela A.P.C.A. em 1980 e 1982, recebendo também a Comenda “Mário de Andrade” do governo Paulo Egídio Martins. Reconhecido como o escultor com o maior número de obras em espaços públicos e arquitetônicos, tem trabalhos em museus e coleções particulares no Brasil e no exterior, e entre 2017 e 2019 expôs em Miami, Lima e em diversas cidades brasileiras, consolidando sua trajetória como um dos grandes nomes da escultura contemporânea.
Acesse a Galeria Online →
O artista com maior número do obras públicas em áreas abertas do Brasil.
Veja as Obras →
Caciporé Torres, escultor, desenhista e professor, é um dos nomes mais representativos da escultura brasileira do século XX.
Participou de oito Bienais de São Paulo, sendo premiado em quatro edições, e foi eleito o melhor escultor do Brasil pela APCA nos anos de 1980 e 1982. Sua arte tem forte destinação social e uma linguagem escultórica própria, marcada pelo uso expressivo de materiais industriais como aço e ferro, muitas vezes em estado de sucata.
Esses materiais são transformados em formas abstrato-expressionistas por meio de cortes, soldas, lixas e pintura. Também realizou fundições em bronze de menores dimensões. Engajado na integração entre arte e arquitetura, estabeleceu parcerias com urbanistas e construtoras, contribuindo para a valorização da arte no espaço público.